4 de outubro de 2010

DUE VITA - Empresa de Londrina transforma tradição em modernidade


13/09/2010


''Só no ano passado, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil registrou 1,8 milhão de grávidas. Imagine, então, o potencial deste mercado'', destaca o empresário Marcelo Marques de Oliveira, que junto com a irmã, Marcia Valéria de Oliveira, administra a Due Vita, empresa londrinense que produz moda gestante. A família vem de uma experiência de duas décadas no segmento, mas a grife foi lançada há três anos no mercado, juntamente com a marca Due Maternity Jeans.


A empresa trabalha com o conceito de que a mulher grávida não precisa mudar de estilo (de roupa) só porque o seu corpo ganha novas formas. ''Durante muito tempo esse mercado foi preterido pelos grandes criadores de moda. As roupas não tinham glamour e deixavam a mulher infantilizada. Hoje, trabalhamos com pesquisa, conceito de moda e temos um público fiel'', garante Marcia.

Segundo a empresária, são utilizados tecidos com boa respirabilidade e fibra de elastano para deixar as roupas leves e confortáveis, porém, resistentes. As calças, ponto forte da marca, trazem ''segredos'' na estrutura da modelagem para garantir caimento perfeito. ''São detalhes que fazem toda a diferença na hora de vestir. Para manter-se neste segmento é preciso se reinventar e se superar sempre'', afirma Marcelo.

Com cerca de 50 funcionários na produção e 80 mil peças/ano em quatro coleções, a empresa está entre as principais do Paraná que atendem boa parte do mercado nacional. Para 2011, a meta é abrir uma grande loja de atacado na capital paulista. (G.M.)



'São peças que não têm cara de grávida'

A administradora financeira Izabella Alcântara Zachi, grávida de seis meses da primeira filha, Heloísa, afirma ter se surpreendido com o estilo das roupas de gestante que encontrou para comprar. ''Adorei, pois são peças que não têm cara de grávida. Mesmo antes de a barriga aparecer já comecei a usá-las'', diz ela, que optou por peças de uma grife londrinense que já conhecida antes de engravidar.

Para Izabella, o mercado hoje oferece peças com caimento, conforto e elegância. ''Lembro-me que há um tempo atrás as gestantes viviam de macacões ou vestidões. Agora, você pode usar um jeans skinny durante a gravidez'', destaca. Porém, ela considera que as opções de lojas que trabalham com este segmento de moda ainda são reduzidas. ''Não existe, por exemplo, um bom número de lojas para se pesquisar preços'', observa. (G.M.)




VENHA CONHECER A DUE VITA NA CHEIA DE VIDA!!

2 de outubro de 2010

Costumes antigos para bebês modernos

Texto original publicado na Gazeta do Povo em 28/03/2010 por Daniela Neves.


Que tal voltar para as fraldas de tecido e mamadeiras de vidro? Alguns pais estão resgatando essas peças do “tempo do epa” pela saúde dos filhos e do planeta.

Pensar em fraldas de pano dá uma sensação de preguiça. Lembra as mães de 30 anos atrás que, além de todos os cuidados com o bebê, precisavam encontrar tempo e forças para passar as fraldas de pano antes da próxima troca. Sem contar as lavagens rigorosas, o molho, a coarada (deixar com sabão no sol) e até fervura para as mais exigentes. No varal, fraldas branquinhas a perder de vista.

Pois esse e outros antigos costumes da puericultura estão voltando, de forma mais prática e sem alguns exageros. Pen­sando na saúde dos filhos e na promoção de um mundo mais sustentável, pais estão aderindo à versões modernas de fraldas de tecido, mamadeira de vidro e slings para carregar bebês.

O retorno da fraldas de pano aconteceu inicialmente na Europa. A empresária Bettina Lauterbach, que fabrica e vende produtos infantis alternativos, recebeu uma demanda de mães que tinham morado em outros países, como Inglaterra. “Elas me pediam para fabricar fraldas de pano porque era salutar para a criança, já que diminuem bastante as alergias”, conta. Há três anos passou a vender as peças que produz. O alfinete deu lugar ao velcro e a "calça enxuta" foi substituída por uma camada interna impermeável.

Com cores chamativas e algumas estampas, as fraldas de tecido estão disponíveis em lojas e sites especializados em produtos sustentáveis. Elas tem o formato parecido com a descartável, vêm com uma superfície interna impermeável e um absorvente de pano próprio, que garante a absorção para não haver vazamentos.

Quando se acumulam fraldas sujas em quantidade razoável, as peças podem ir para a lavagem na máquina. Depois são estendidas no varal, com as outras peças de roupa. “O sabão disponível hoje no mercado é suficiente para dar conta da higienização. Não precisa deixar no sol, passar goma ou produto para clarear. A tecnologia acompanhou as novas fraldas de pano”, diz Betina.


Argumentos prós

O argumento de uso sustentável utilizado pelas adeptas é forte. Pelos cálculos dos defensores, são utilizadas em média 5,5 mil fraldas descartáveis por crianças durante os dois anos e meio iniciais. O que atinge um gasto de R$ 3.575 durante este período. As fraldas descartáveis somam 2% do total do lixo doméstico enviado aos aterros e levam, segundo estimativas, 400 anos para se decompor. Somente em Curitiba, segundo pesquisa realizada pelo espaço Aobá – de acompanhamento de gestantes e pais – uma tonelada de fraldas descartáveis é enviada por dia ao aterro sanitário.

“A descartável foi importante em uma época em que as mulheres estavam entrando no mercado de trabalho e tinham nela uma aliada da praticidade. Hoje, algumas pessoas estão modificando seu comportamento por uma questão de consciência e fazendo escolhas que transmitem valores”, diz a psicóloga e doula Luciana Lima, coordenadora do Aobá.

Luciana utiliza as fraldas de pa­­no no filho Aysso, de 2 meses. Im­­porta e vende fraldas feitas de ma­­terial orgânico, vindos da Ale­­ma­nha. “Não adianta pensar so­­men­­te no descarte e sim no processo de produção da fralda. Não pos­so ter todo um discurso consci­­ente e vestir meu filho com roupas feitas em indústrias que desrespeitem meus valores”, diz.

Aysso, aos 2 meses de idade.


A engenheira civil Sibelle Lara, 35 anos, também optou pelas fraldas de pano desde que Eduardo, 10 meses, nasceu. Diz que elas não dão tanto trabalho quanto parece. “São dez minutos a mais por dia gastos com a lavagem. É uma questão de opção.” Enquanto o filho não for para o berçário, ela vai manter a opção, mas sabe que terá dificuldade de encontrar uma escola que aceite cuidar da criança com fralda de pano.

A alternativa de tecido tem um custo que, segundo os adeptos, se torna vantajoso em pouco tempo. Outra vantagem é que o tecido 100% algodão não causa alergia (desde que seja bem lavado e enxaguado para não guardar resíduos de sabão) de acordo com a pediatra Clau­­dete Closs. Ela confirma que os pro­­dutos utilizados na fabricação das descartáveis, como o plástico e o gel, podem provocar alergias. “Vai depender da sensibilidade do bebê. Al­­guns desenvolvem aler­­gias com uma marca e não com outra”, diz a médica.

O problema começa ao pensar em sair de casa. A descartável acaba sendo inevitável em um passeio, pois não é muito agradável pensar em carregar um saquinho plástico com uma fralda suja de cocô até chegar em casa.

Mamadeiras

Se os argumentos a favor das fraldas de pano são diversos, a mamadeira de vidro gera controvérsias. Seus defensores dizem que uma substância liberada com o aquecimento do plástico, o bisfenol A , está ligada ao surgimento de câncer. Um estudo realizado na Universidade do Missouri (EUA), em 2007, teria comprovado essa ligação. De acordo com a Anvisa, porém, a quantidade de bisfenol estipulada para a fabricação não prejudica a saúde.

Algumas marcas de produtos in­­fantis já fabricam uma versão em vidro. O primeiro problema apontado por especialistas é justamente a possibilidade de o vidro se quebrar e machucar os pequenos.

Mas o principal argumento contrário é a própria contra-indicação ao uso das mamadeiras. “A amamentação deve ser exclusiva até o sexto mês e complementada até 2 anos, ou mais. Não precisa de mamadeira, desde que a mãe seja bem orientada”, diz Claudete Closs, coordenadora do programa de aleitamento materno da secretaria municipal de Saúde de Curitiba.

Se por algum motivo a mãe não puder amamentar, o recomendado é que a criança receba o leite colocado em um copo e dado com colher.


O bom colo
O costume antigo, associado à comunidades indígenas, de carregar filhos amarrados em pano também tem aparecido cada vez mais nas grandes cidades. Conhecidos como slings (tipoia), os tecidos usados para carregar bebês colocam o corpo da criança colado ao dos pais, dando conforto e acalmando. Também são vendidos em diversos modelos e estampas.

A polêmica das mamadeiras de plástico

Sempre ouvimos dos clientes que vem à loja a grande preocupação quanto às mamadeiras de plástico, principalmente depois da reportagem que saiu no fantástico falando sobre o risco de ferve-las na hora de esterilizar. Então, resolvemos pesquisar um pouco para tentar ajudar.


O texto abaixo é de autoria de Tamara Foresti e foi publicado na Revista Crescer:

 

Mamadeira de plástico faz mal?

O governo americano diz que não, mas é cada vez maior o número de pesquisas que comprovam que a substância contida nas mamadeiras e em outros utensílios de plástico podem ser perigosas. E você, usa ou não usa?

Continua a polêmica sobre o uso de mamadeiras plásticas nos Estados Unidos. O último estudo provocou ainda mais estardalhaço na imprensa internacional. Pesquisadores da faculdade de Saúde Pública de Harvard (Estados Unidos) analisaram por uma semana o nível de bisfenol na urina de 77 participantes que tomaram líquidos em garrafas de plástico. O resultado espanta: o aumento da concentração dessa substância na urina foi alto, chegando a 69%. Para os cientistas a situação seria mais grave quando o plástico é aquecido, ou seja, quando aquecemos a mamadeira e os potes de plástico.

A discussão já chegou ao Brasil, onde o objeto continua liberado. Dar ou não dar mamadeira de plástico? Para os especialistas, não há motivo para se desesperar, mas também não faz mal se precaver. "Se você já deu a mamadeira de plástico para seu filho, não se penalize. Não pense que ele fatalmente terá problemas, afinal, não há comprovações. Mas, se desconfiar do produto e ainda tiver tempo, opte pelo vidro que, inclusive, é mais fácil de limpar", diz Luciano Borges Santiago, vice-presidente do departamento científico de aleitamento materno da Sociedade Brasileira de Pediatria. Mas, lembre-se, além de não serem práticas, as mamadeiras de vidro podem quebrar, então, cuidado redobrado.


É SEGURO OU NÃO?

Desde a década de 1990, discute-se se o bisfenol-a, composto químico que dá maleabilidade ao plástico, prejudica mesmo o desenvolvimento infantil. A substância é liberada no alimento quando a mamadeira é aquecida e pesquisas feitas em animais sugerem que ela imita o efeito do hormônio feminino estrogênio.

As consequências no corpo humano, sugerem as pesquisas, podem ser desastrosas: problemas no aparelho reprodutor (entre eles, diminuição da testosterona, aumento dos testículos e puberdade precoce), predisposição para câncer, diabetes e hiperatividade. Por aqui, a Anvisa diz que não há motivos para se preocupar, pois o uso do bisfenol-a, dentro da quantidade estipulada pela lei (0,6 mg/kg), não é perigoso.

O governo americano também acha que não há motivo para tirar as mamadeiras de circulação. Após analisar estudos do FDA (agência que regula produtos alimentícios e farmacêuticos), eles deduziram que a quantidade e o tempo de exposição humana ao bisfenol-a não apresenta riscos. A substância é rapidamente metabolizada nos intestinos e fígado antes de cair na corrente sanguínea, sendo completamente eliminada pela urina.

A unanimidade está longe de acontecer. No Canadá, mamadeiras feitas com a substância estão proibidas. Na Califórnia (EUA), duas grandes redes americanas de lojas (Wal-Mart e Toys "R" Us) analisam seguir o mesmo exemplo. Ao lado deles, estudos como os da Yale School of Medicine (EUA) e da Universidade de Guelph (Canadá) descobriram que o bisfenol-a causa perda de conexão entre as células do cérebro, gerando problemas de memória e aprendizagem.

No Brasil, além das poucas alternativas às mamadeiras de plástico, as informações sobre o material usado nelas são escassas, uma vez que não há necessidade de colocar o nome da substância na embalagem.

Para diminuir o contato com o bisfenol-a, você pode:

- Comprar mamadeiras sem a substância. Normalmente, o bisfenol-a está presente no plástico número 7 (você vê essa identificação ao fundo do produto). Opte pela de número 5, que é feita de polipropileno.

Mamadeira NUK First Choice BPA Free, feita em polipropileno


 - Não aqueça a mamadeira de plástico nem no microondas nem ao banho-maria. Melhor esquentar o leite primeiro em um recipiente de vidro ou porcelana e, apenas depois, passar para a mamadeira

- Deixe o alimento quente o mínimo possível dentro do recipiente

- Renda-se ao vidro, mas fique atento enquanto seu filho o manuseia


 Mamadeiras de vidro  
 (o modelo acima é da Dr. Brown´s e possui sistema anti-refluxo) 

 - O momento da esterilização, ao ferver a mamadeira e suas partes, também pode liberar a substância. Para garantir a limpeza da mamadeira sem riscos deve-se lavar bem em água corrente logo após o uso

Fontes: Anvisa; Pedro Germano, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP, em São Paulo (SP); Fernando Goulart, pesquisador tecnologista em qualidade do Inmetro, no Rio de Janeiro (RJ).

1 de outubro de 2010

Dúvidas sobre as fraldas de pano

O post sobre as fraldas de pano fez muito sucesso. Recebemos vários e-mails de pessoas interessadas e com algumas dúvidas. Para facilitar, resolvemos fazer um novo post para tirar as dúvidas mais comuns.


1. É preciso usar uma fralda de pano comum embaixo dela?

Não. A fralda já vem pronta para usar. Antigamente usava-se muito a chamada "calça enxuta", que era colocada por cima das fraldas de pano comuns. Ainda hoje vemos esse tipo de recurso, mas a grande dificuldade é saber fazer a dobra correta da fralda, sem contar que os vazamentos são comuns. Mas com esse novo modelo de fralda de pano isso não acontece. É só vestir na criança e pronto! Conforme nosso test drive confirmou, não vaza mesmo!

2. Quanto xixi ela aguenta?

É difícil dizer, pois depende do volume de xixi que cada criança faz. Mas é claro que não devemos deixar a criança com a mesma fralda por longos períodos, assim como não deixaríamos uma fralda descartável, para garantir a higiene da criança.

3. Como lavar? Não fica cheiro?

Lava-se normalmente, com sabão em pó ou sabão de côco. Recomendamos utilizar a máquina de lavar, que é bem mais prático (não se preocupe, ela não deforma!). NÃO se deve usar amaciante, pois ele compromete a absorção do tecido. No último enxágue, utilize vinagre, que é um ótimo desinfetante. O cheiro irá evaporar quando a fralda secar.

Outra dica importante é não deixar as fraldas de molho por muito tempo, pois isso poderá deixá-las com mau cheiro. Você poderá acumular as fraldas sujas por 2 ou 3 dias dentro de um balde sem água, ou em um saquinho próprio para isso, e então lavar todas juntas, o que será bom para economizar água, sabão e energia, principalmente no caso de usar a máquina de lavar.

4. Devo usar pomada contra assaduras?

Não. O tecido da fralda é 100% algodão, muito macio e fresquinho. Ela não provocará assaduras, pois além da maciez, a absorção garantirá que o bebê fique sequinho e, por isso, ele não terá assaduras. A pomada pode até prejudicar, já que ela irá criar uma camada impermeável que poderá causar vazamento.

5. Quantas fraldas eu preciso ter?

Depende. Para experimentar, recomendamos apenas 2. Você poderá usá-las no horário mais quente do dia, por exemplo, para deixar a pele do bebê respirar e "descansar" um pouco do plástico da fralda descartável.

Se você for usar as fraldas de pano intercaladas com as descartáveis, de 5 a 7 serão suficientes. Assim, você terá pelo menos 1 fralda para usar a cada dia.

Se a intenção é substituir completamente as fraldas descartáveis e usar apenas as de pano, então você precisará de aproximadamente 15 unidades, para dar tempo de lavar e secar. Nesse caso, até os 2 anos de idade, seu bebê usará em torno de 65 fraldas, uma grande economia se você lembrar que nesse mesmo período um bebê usaria 5.000 fraldas descartáveis!

6. Quanto tempo dura uma fralda de pano?

Tempo indeterminado. Seu bebê deixará de usá-la somente quando ela não estiver mais servindo, mas ela ainda permanecerá nova, podendo ser utilizada por um outro bebê (um irmão mais novo, ou outra criança da família por exemplo).





Caso você ainda tenha alguma pergunta, mande-nos um email ou deixe seu recado.

Camisetas descontraídas para a mamãe

Imagine mostrar que você está grávida de um jeito diferente:



As mamães irão adorar essas camisetas!








28 de setembro de 2010

Conchas de amamentação

Entenda mais sobre a importância do uso das conchas a partir do 8º mês de gestação e durante toda a amamentação:
 
 
Mantém os mamilos arejados, auxiliando na prevenção e cicatrização das rachaduras;
Evita o atrito com o sutiã, sem umedecê-lo;
Deixa os mamilos livres, na posição normal, sem amassá-los;
O leite que vaza fica acondicionado dentro do Savemilk, evitando o desconforto de molhar a roupa;
Prepara os mamilos para a amamentação, facilitando "a pega" do bebê (com isso, evita as doloridas rachaduras e ameniza as dificuldades encontradas por muitas mulheres nos primeiros dias de amamentação);
É prático, higiênico e esterelizável.


Existem 2 modelos de conchas: as de base rígida (que devem ser usadas antes do parto, no 8º mês de gestação) e as de base flexível de silicone (que devem ser usadas após o parto e durante toda a amamentação).




Assista a esse vídeo produzido pela JohnPetter:




O vídeo mostra também o uso do Mama Tutti, aquela mamadeirinha com sonda que auxilia a amamentação nos casos de mães adotivas, mães que ainda não possuem leite ou que tiveram uma diminuição de sua produção, etc. Falaremos mais sobre o Mama Tutti em breve, em outra postagem.

Leiam também o depoimento dessa mãe sobre o uso das conchas:

 
A amamentação - Sofrimento e Felicidade  escrito em sábado 20 dezembro 2008 10:59
(o original pode ser visto aqui) 

A amamentação, a princípio, parece ser uma coisa muito natural, fácil, descomplicada. Sempre que vemos uma mãe tirar seu seio para amamentar seu filho e continua a conversar como se nada estivesse acontecendo, imaginamos que o ato de amamentar seja algo instantâneo, rápido, indolor.... mas não é.

A primeira vez que o Guilherme mamou, logo após o parto, foi algo muito bom, uma sensação diferente, prazerosa, encantadora.... Mas depois de algumas mamadas.... os bicos dos seios sangravam, a dor das primeiras sugadas eram quase insuportáveis, quando ele sugava o útero se contraía, então também a cirurgia ficava dolorida.... um verdadeiro tormento. A cada mamada eram gritinhos da ai, ai, ui, ui, tchhhiiiii, e todo tipo de som que possa representar uma dor intensa.

Mas como para tudo há uma solução.... A pediatra que fez a sala de parto recomendou que eu usasse as conchas de amamentação para formar um bico maior e melhorar a pega do Guilherme. QUE SANTO REMÉDIO, foram o dinheiro mais bem gasto até agora. Além de formarem um bico bem maior, o que permite que ele pegue logo o peito sem ficar inquieto (porque não conseguia abocanhar o lugar certo), elas protegem o mamilo do sutiã e, assim, ajudam a cicatrizar porque ele mantém a umidade e não fica se ferindo novamente a cada mamada. Essa dica das conchas foi uma benção... sem elas eu talvez ainda estivesse sentindo as dores terríveis do início da amamentação.

Então, após o início do uso das conchas (ahhh... esqueci de dizer, elas também servem para armazenar o leite que sai espontaneamente e assim impedem que a sua roupa fique molhada), os mamilos foram cicatrizando, criaram uma casquinha que depois caiu e deu lugar a um novo mamilo, muito mais resistente e que aguenta as sugadas esfomeadas do Guilherme.

Agora, amamentar se tornou um prazer, um momento de total intimidade e cumplicidade com o Guilherme, é quando todas as atenções estão voltadas para ele. É momento de aproveitar para curtir essa fase que, acreditem, passa muito rápido, e também de fazer carinho, cantar, conversar... todas aquelas coisas que imaginamos fazer quando o bebê ainda está na barriga. Enfim, é tempo de aproveitar.
 
 
Se você ainda tiver dúvidas, venha até a loja!
 
 

25 de setembro de 2010

Fraldas de pano??



Vocês sabiam que uma criança gasta, em média, 5.500 fraldas descartáveis ao longo de seus primeiros 2 anos e meio de vida? E apenas na cidade de são Paulo são lançadas 260 toneladas diárias de fraldas descartáveis !! São números incríveis! Sem contar o quanto se gasta para comprar essa quantidade de fraldas...

Para as novas gerações de mães, as fraldas de pano são coisa do passado! No máximo, são usadas como "paninhos" para limpar alguma sujeira do bebê, proteger o rostinho dele do sol, esse tipo de coisa. Mas o que pouca gente sabe é que as fraldas de pano estão voltando a serem usadas, e voltando com toda força!

Algumas mães decidem usá-las em seus bebês por questões ecológicas. Afinal, são 5.500 fraldas descartáveis levando 500 cada uma para se decompor no meio ambiente é um número bastante alarmante... Outras fazem essa opção pensando na economia: a fralda de pano é reutilizável e dura muito tempo, podendo até ser passada para o próximo filho. Mesmo custando mais caro, representa uma boa economia a longo prazo, pois estima-se que uma criança que usasse apenas fralda de pano, precisaria de somente 65 unidades ao longo de 2 anos e meio.

Mesmo assim, a ideia das fraldas de pano ainda divide opiniões entre os pais.

Pelo lado ecológico, o uso desse tipo de fralda acarreta gastar água e sabão para as lavagens, o que pode parecer um fator negativo.

Pelo lado prático, não há como negar a facilidade da fralda descartável.

Porém, podemos chegar ao meio termo: não é preciso eliminar definitivamente o uso das fraldas descartáveis, e sim, revezar o uso com as de pano. Essa atitude vai fazer uma grande diferença para o meio ambiente, para seu bolso e, claro, para o bem da pele do seu bebê. Sim, não podemos esquecer desse benefício que, devemos admitir, é o mais importante. As fraldas de pano são macias, fresquinhas, confortáveis, gostosas de usar! A "nova geração" dessas fraldas em nada lembra a antiga calça enxuta que devia ser usada por cima das fraldas de pano tradicionais. Ao contrário do que se pensa, as diferenças são grandes. Você não precisa ser nenhum expert em origami pra fazer a dobra, não se usam mais alfinetes e não dão tanto trabalho para lavar. Isso mesmo! As fraldas de hoje já vêm no formato certinho, prontas para usar. Elas possuem uma camada interna de absorvente que garante a absorção do xixi sem vazar. Para lavar é só jogar na máquina!

Ao pesquisarmos um pouco na internet, encontramos várias pessoas relatendo suas experiências com o uso das novas fraldas de pano. Há aquelas que não se adaptaram e voltaram para o uso exclusivo das descartáveis. Mas a grande maioria das mães relata sua grande surpresa ao comprovar o quanto elas são práticas! Essas mães adotaram a prática da fralda descartável e estão satisfeitas cm o resultado.

Ainda duvida? Nós também tivemos nossas dúvidas a princípio. Por isso, antes de oferecer fraldas de pano às nossas clientes, resolvemos testá-las. Nosso cobaia-mirim tem 2 anos e ganhou 3 fraldinhas para test-drive. Acreditem: o resultado foi mais que positivo! A mãe dele já encomendou mais 4 unidades! E todos os benefícios se comprovaram: fácil de lavar, confortável, macia, boa absorção (não vazou nenhuma vez). Claro que quando a criança faz cocô dá mais um pouco de trabalho, mas ainda assim não manchou e não ficou cheiro após a lavagem.

Portanto, a CHEIA DE VIDA aprova e incentiva o uso das fraldas de pano!



"Usar fralda de pano é coisa de gente consciente,  é estar antenado com as tendências mundiais e você não precisa convencer toda a comunidade à sua volta sobre suas opções. Quem lava é a máquina de lavar,  seu bebê está confortável e sequinho e o meio ambiente agradece! Ah, e o bolso também, claro!!"


*Fontes: Colorida Vida, Fralda Bonita